
Para aqueles que não sabem, a trepanação era um modo de se curar de espíritos, traumas e doenças, na antiguidade. Essa técnica era usava em várias civilizações antigas, por exemplo no Egito, Grécia, Oriente Médio, Roma, tribos céltinas, China, Índia, Maias, Astecas, Incas, até em algumas tribos indígenas
brasileiras.O que mais impressiona nesta técnica é o modo como ela era realizada: perfurava-se um buraco de 2,5 a 5 cm de diamêtro, através de um broca cirúrgica, no crânio de um homem vivo. Assim, eles colocavam sangue no buraco formado, deixando a pessoa em uma melhor condição. Por incrível que pareça, o paciente que fazia a operação (que durava cerca de uma hora, sem anestesia) tinha 70% de chance de continuar vivendo bem.
Dependendo do tamanho do orifício, o índividuo poderia sobreviver durante alguns meses apenas com a derme a cobrir, conseguindo sentir o seu próprio encéfalo . De realçar que em crianças a

reestruturação óssea é muito mais rápida, e dependendo do tamanho do oríficio, o osso poderia cobrir a abertura por completo.
Hoje em dia, esse método foi aperfeiçoado, com anestesia e com a opção de devolver a parte do crânio retirada.
No Japão, teve um caso em que Susumo Nakoshi, que morava em um carro e aceitou fazer uma trepanação em troca de dinheiro. Outro caso, foi da artista e cientista Amanda Feilding, que fez uma auto-trepanação, gravando o procedimento. Para ela, a trepanação permite maior fluxo sanguíneo para o cérebro.
Hoje em dia, esse método foi aperfeiçoado, com anestesia e com a opção de devolver a parte do crânio retirada.
No Japão, teve um caso em que Susumo Nakoshi, que morava em um carro e aceitou fazer uma trepanação em troca de dinheiro. Outro caso, foi da artista e cientista Amanda Feilding, que fez uma auto-trepanação, gravando o procedimento. Para ela, a trepanação permite maior fluxo sanguíneo para o cérebro.
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